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Histórias De Vampiros
Baseado nas melhores sagas de vampiros que existe. Contarei histórias dignamentes inventadas por mim, baseado nas histórias de outras sagas de vampiros. Será, como se fosse uma fanfic, Só que as histórias seram completamente modificadas, e espero que gostem e compartilhe da sua amiga Maria Dantas
domingo, 29 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A Ultima chance - (capitulo.: 8)
Enquanto eu dirigia começou uma chuva fraca, que depois começo a engrossar... E eu estava sem guarda-chuva.
Comecei a pensar em Derek.
Será que ele não tinha amigos mesmo?
Lembro-me da primeira vez em que eu vi ele estava lendo um livro que falava sobre lobisomens... Que existiam por aqui em whashigton... Que pareciam lobos lembro que eu perguntei onde ficava a sala dele, e ele se virou do livro em exatidão, e me deu boas vindas.
Ele era meu amigo. O único, além de Damon.
Vou sentir muita falta dele, e dessa cidade... Mas não posso passar muito tempo em uma cidade por causa de Damon, ele não... Envelhece, esse é o problema, as pessoas percebem.
E Derek? Ele ficaria bem?
Liguei o radio e começou a tocar uma musica... Que o Derek e eu sempre cantarolávamos... Comecei a me lembrar de quando nossa turma foi visitar o museu de historia de Seattle, quando Derek disse que me amava, ele me chamou para perto de um quadro de um casal de senhores ricos da época da guerra civil.
Foi quando ele pegou minha mão, a primeira coisa que eu pensei foi em Stefan... Por que, eu não entendo.
Então ele desembuchou:
- Professora Elizabeth.
- O que foi Derek? – eu perguntava pasma. Com o rosto estrangulado.
- eu te amo. Eu te amo. Eu me apaixonei por você desde o primeiro dia de aula, pela sua beleza, pelo seu carisma... – ele tipo berrava
Eu não consegui falar nada, e ele falava.
- Derek, Derek, vamos parar, eu entendo isso é só admiração que um aluno normalmente pela professora...
- não. Não é. Eu a amo.
- se acalme. Vamos, eles já estão indo para a outra cessão, vamos. Esqueça-se disso um pouco ok.
Eu me sentia muito envergonhada, meu aluno se declarou apaixonado por mim.
Parei o carro na frente de casa tava chovendo muito forte.
Quase não tive forças para sair.
Pensei no interrogatório que eu riria fazer com Damon, então me aprumei desliguei o rádio abri a porta pronta para encarar a chuva, me virei para frente da casa quando Damon já estava bem na minha frente segurando meu braço com uma mão e com a outra um guarda-chuva.
Não entendi o porquê ele me segurou daquele jeito.
Eu tinha acabado de levar um susto muito grande. Nunca me acostumei com essas aparições de Damon em minha frente.
- você esta bem? – ele perguntou contra o barulho da chuva.
- claro que estou! – eu disse puxando meu braço da mão dele.
- então por que esse desespero?
Entendi. Era minha expressão de susto. Eu estava também com muito medo desses ataques que estavam acontecendo em Seattle.
- por nada. Nada Damon. Não se preocupe com isso.
- tudo bem. Vamos entrar, ou você prefere ficar na chuva? – disse ele, em um Tom brincalhão.
- você estava caçando? – eu perguntei quando nos entramos e ele foi direto para o sofá e ligou a TV.
- Não. – disse com os olhos na TV.
- o que fazia? – comecei o interrogatório.
- o porquê desta pergunta?
- esta acontecendo vários desaparecimentos em Seattle.
- e. – ele me incentivou a continuar.
- você faz parte disso? – eu falarei jogando as mãos para cima, e o fitando vendo sua expressão morta.
- Claro que não. Eu prometi a você que nunca, mas... – ele fez uma pausa, e olhou para mim incrédulo.
Claro que não foi ele. Ele tinha me prometido. Como eu pude pensar que foi ele?
- me desculpe. me desculpe. – eu engasguei as palavras. E pulei em cima dele e lhe dei um abraço e um beijo, um beijo que eu quase não dava.
Ele me beijou como se nunca tivesse me beijado em sua existência antes, como se os outros que eu tinha dado fosse só apenas um sonho.
Depois de meia hora veio à dúvida.
- então quem está fazendo isso? – perguntei a Damon enquanto ele pegava meu Hambúrguer na cozinha.
- faço a menor ideia – ele gritou da cozinha mesmo. Kkk.
- por isso não parece obra de humano.
- é não parece mesmo. E por isso que eu sai hoje se manhã cedo.
- por quê? – perguntei. E peguei meu hambúrguer que ele deixou ao meu lado em cima do sofá.
- eu fui ver se era mesmo um vampiro... – ele parou como se estivesse pensando em o que falar.
- e? – eu o incentivei.
- eu pude velo, mas de longe, na floresta aqui perto, ele fugia de mim, como se não quisesse conversa, eu não pude ver seu rosto ele estava com um capuz e usava calça preta... E era muito ágil.
- por que você não conseguiu velo?
- por que ele era muito mais rápido do que eu... Ele não parecia um vampiro como eu, ele era mais branco, e brilhava no sol. eu não consegui entender, eu não o reconheci, por causa do capuz...
Ele parou e começou a pensar.
- nossa.
- nossa. Então deve existir outros tipos de vampiro! – ele disse num... Como se tivesse feito uma descoberta.
- é mesmo. – eu concordei.
- por ele bebe sangue, com certeza... Eu vi sua mão estava melada de sangue...
- nossa, deve ser ele que deve está fazendo esses desaparecimentos... Ele esta sequestrando estas pessoas e bebendo o seu sangue...
- calma, eu vou descobrir, mas ele deve ser muito mais forte do que eu... Eu não bebo sangue humano há anos...
Damon estava fraco, para enfrentar tal criatura nova que atacava as pessoas em Seattle.
- vá para outra cidade Damon... E casse, mas não mate ninguém.
- Mary não... – ele protestou.
- não, nada – eu o interrompi. – você precisa ficar forte para acabar com a raça desse vampiro que agente não sabe quem é, e qual seus poderes diferentes.
- tudo bem. Você está certa. – ele concordou, e se levantou do sofá.
Percebi que eu não dei nenhuma mordida no hambúrguer.
Levei para cozinha e deixei na mesa, depois eu como.
- Damon aonde vai? – perguntei quando ele se dirigiu para a sala e pegou seu casaco preto e o colocou.
- vou caçar. – disse, em um Tom sério.
- tube bem. Cuidado.
- vou à meia-noite. Prometo.
Eu acreditava nele, ele sempre chegava na hora combinada, então comecei a parar de pensar que ele ia caçar.
- tchau, cuidado com esse vampiro que brilha.
- vou me cuidar. – ele disse com um meio-sorriso.
El se foi na chuva dessa noite fria.
Então fui para o meu quarto, terminar de guardar minhas roupas para minha mudança depois de amanhã eu iria morar na pequena cidade de Forks.
Fui para o banheiro ver se tinha alguma roupa suja.
Então o telefone tocou.
Na tela aparecia “Derek Spaser”.
Então ele decidiu me ligar?
Sentei-me na cama e atendi.
domingo, 22 de janeiro de 2012
O momento em que Stefan deixa Mary ( muito triste)
Stefan a deixou por um assunto muito triste, que ele não contou a ninguém.
e Mary mesmo depois de 8 anos ela não deixou de amar ele, mesmo junto do irmão dele Damon.
e em sua mente, ela tem que encontra-lo para saber respostas.
e todos os dias ela chora por sua perda. pois sabe que ele pode não querer ela mais, pelo fato dela ter passado anos junto de Damon.
e Mary mesmo depois de 8 anos ela não deixou de amar ele, mesmo junto do irmão dele Damon.
e em sua mente, ela tem que encontra-lo para saber respostas.
e todos os dias ela chora por sua perda. pois sabe que ele pode não querer ela mais, pelo fato dela ter passado anos junto de Damon.
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